Ainda que eu falasse a língua dos homens, e falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Essa semana


arrumei meu armário. Pode parecer algo simples, que fazemos de vez em quando, mas eu me surpreendi. Não pelo o que havia para arrumar ou coisa assim, mas pelas lembranças. Foi como se eu estivesse folheando um livro que escrevi ao longo da minha vida. E me peguei pensando em cada momento, cada lembrança, boa ou ruim; nas pessoas, das quais algumas saíram, algumas entraram, algumas se afastaram por um tempo mas por alguma razão retornaram, algumas que talvez sairão e algumas que sempre permanecerão. Peguei cada pedacinho de papel e percebi que guardei cada coisa por alguma razão, por algum significado. Coisas que me emocionei e sorri ao rever, coisas que tive vontade de rasgar, mas percebi que tudo são lembranças de momentos e pessoas que me fizeram apender diversas coisas e ser quem sou hoje. Portanto, não se deve querer apagar as lembranças ruins, mas sim apender com as mesmas para evitar repetí-las daqui pra frente. Em seguida, peguei cada foto que  revelei para que eu pudesse relembrar os momentos maravilhosos de cada uma cada vez que as observasse, e é reconfortante saber que eu vivi momentos que muita gente não viveu e tenho a felicidade de ter pessoas maravilhosas ao meu lado, com quem posso contar sempre que precisar. Por fim, coloquei tudo em seu devido lugar e respirei fundo, aliviada por conseguir chegar até aqui e com infinitas expectativas para ser uma pessoa cada vez melhor e cada vez mais feliz.

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